Vasco, São Paulo, Bahia… Galo repete erros, perde pontos bobos e acumula tropeços

Melhores momentos: Bahia 2 x 2 Atlético-MG pela 16ª rodada do Brasileirão

Melhores momentos: Bahia 2 x 2 Atlético-MG pela 16ª rodada do Brasileirão

Fonte: Globo Esporte

O gol sofrido aos 48 minutos do segundo tempo, no último lance do jogo contra o Bahia, foi bastante lamentado pelo torcedor atleticano . Mais do que pela atuação da equipe ou pela entrevista de Thiago Larghi, que entendeu que Atlético-MG jogou bem, mas por não ser a primeira vez que o Galo perde pontos na reta final das partidas no Campeonato Brasileiro.

Em 16 jogos disputados pelo Atlético-MG no Brasileirão, em cinco deles o time deixou de ganhar pontos por causa de gols sofridos após os 35 minutos da etapa final, sendo quatro deles como visitante, quando o time poderia ter segurado mais o resultado e saído com mais pontos.

Contra o Bahia, Patric errou no fim, e o Galo acabou empatando a partida por 2 a 2 (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

Contra o Bahia, Patric errou no fim, e o Galo acabou empatando a partida por 2 a 2 (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

O primeiro tropeço do Galo no Brasileiro foi logo na primeira rodada, contra o Vasco, quando levou dois gols nos acréscimos e tomou a virada, deixando três pontos para trás. Diante do São Paulo, na 4ª rodada, o time também vencia, mas sofreu o empate após um vacilo de Patric e perdeu mais dois pontos. Contra o Flamengo, no Horto, e o Palmeiras, em São Paulo, o Atlético-MG estava empatando, mas levou um gol no fim e perdeu o jogo, deixando mais dois pontos para trás. Os últimos pontos perdidos foram em Salvador. Dois pontos, já que o time vencia o Bahia até os 38 minutos do segundo tempo, quando levou o empate: o Galo fez o 2 a 1 aos 46 e, inacreditavelmente, acabou cedendo o 2 a 2 aos 48, no último lance do jogo.

“Não podemos tomar um gol assim no fim. Sofremos o jogo inteiro. Futebol é assim. Agora é pensar no próximo jogo dentro de casa” – Matheus Galdezani

Contra Vasco, Palmeiras e Bahia os gols vieram nos acréscimos, após falhas defensivas da equipe. No Rio, Róger Guedes errou um passe no ataque, e o time não parou a jogada que resultou no gol vascaíno. Situação semelhante contra o Palmeiras, quando a defesa parou na jogada e deixou Bruno Henrique livre para marcar. Contra o Bahia, o primeiro gol saiu em uma cobrança de falta rápida, em que a defesa não estava ligada, e o segundo após erro de Patric, que tentou um corte de cabeça e acabou lançando a bola para o meio da área. Régis aproveitou, dominou e guardou.

E na tabela?

É claro que o “se” não entra em campo, mas se o Atlético-MG não tivesse cometido tantos vacilos nos minutos finais dos jogos, a situação na clasificação seria bem diferente. Com nove pontos a mais, o Galo seria o líder do  Campeonato Brasileiro, com 36 pontos conquistados, e não o quarto, com 27 pontos.

Não foram apenas pontos perdidos nas retas finais das partidas que marcam a campanha do Galo, mas eles são bem mais significativos do que os pontos obtidos pela equipe com gols no fim. No Brasileirão, o Atlético-MG somou cinco pontos com gols feitos após os 35 minutos, nas partidas contra o Corinthians e o Ceará, ambas no Independência.

Atlético-MG deixou de somar nove pontos com vacilos no fim dos jogos (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

Atlético-MG deixou de somar nove pontos com vacilos no fim dos jogos (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)

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